Capítulo 39: A Mão do Supremo Rei
Simon acordou e percebeu que a luz da caverna havia mudado. O fogo ainda ardia, finas chamas amarelas entre as cinzas brancas, mas as lâmpadas haviam se apagado. A luz do dia filtrava-se pelas frestas do teto, invisíveis na noite anterior, transformando a câmara de pedra em um salão de colunas, luz e sombra.
Seus três companheiros soldados seguiam dormindo, emaranhados em seus mantos, roncando, esparramados como vítimas de batalha. A caverna estava vazia, exceto por Binabik, que estava sentado de pernas cruzadas diante do fogo, dedilhando distraído sua flauta.
Simon sentou-se, ainda sonolento.
— Onde estão os sitha?
Binabik não se virou, porém tocou mais algumas notas.






