Capítulo 55: Os mazokus agem, seus objetivos desconhecidos
domingo, 16 de novembro de 2025
quinta-feira, 13 de novembro de 2025
The Haar — Capítulo 22
Capítulo 22
O dia seguinte passou com um gemido.
Muriel ficou na casa, cuidando dos hematomas e olhando pela janela, esperando a mulher chegar com a polícia, ou outra gangue de assassinos de aluguel aparecer... Mas eles nunca vieram.
Quando o sol se pôs e o manto escuro da noite se instalou sobre a paisagem, as máquinas desligaram e um silêncio abençoado e celestial desceu. Preocupada, foi ver como Billy estava. E se ele estivesse...
Não, ainda estava lá, flutuando na banheira.
Ela se perguntou o que teria feito os trabalhadores pararem.
Era um mau presságio.
The Haar — Capítulo 21
Capítulo 21
De mãos dadas, voltaram para casa.
As máquinas voltaram a funcionar, e Muriel conseguia identificar as luzes piscantes dos carros de polícia ao longe. Pensou no que restara dos homens dos quais Billy se alimentara. Sempre fora um comedor desleixado.
Enquanto caminhavam, sentiu que estava diminuindo o ritmo. As antigas dores estavam retornando, e quando olhou para as próprias mãos, estas haviam envelhecido muitos anos.
Billy grunhiu e pousou a mão em seu ombro. Seu corpo estava curvado, com o queixo apoiado no peito.
— Você está bem? — ela perguntou.
— Cansado.
domingo, 9 de novembro de 2025
Vampire Hunter D — Volume 03: Demon Deathchase — Capítulo 16
Volume 03: Demon Deathchase — Capítulo 16: Fugitivos
Parte 1
Quando Leila freou, uma figura deslumbrante de preto a cumprimentou.
— Muito bem feito. — disse D em seu tom sereno.
Resistindo a uma sensação que não era nem febre nem calafrios percorrendo sua espinha, a jovem respondeu com hostilidade descarada.
— Ainda está por aí? Se não fizer nada rápido, vou ter que te atropelar e matar. — alertou.
Sem reconhecer a ameaça, D disse em um baixo tom.
sábado, 8 de novembro de 2025
The Haar — Capítulo 20
Capítulo 20
A casa está pegando fogo.
Esse foi o primeiro pensamento de Muriel ao acordar com o cheiro de queimado. Em seu sonho, estava presa na casa de Arthur enquanto as chamas rugiam ao seu redor, o prédio um inferno escaldante que transformava os móveis e o corpo de Arthur em cinzas negras e esfareladas. Ela ficou parada na janela, batendo os punhos no vidro enquanto Billy esperava do lado de fora, observando impassivelmente, com as mãos nos bolsos do terno. No sonho, ele sorria.
Muriel pulou da cama e abriu a porta com força, onde foi recebida por nuvens de fumaça cinza. Reconheceu o cheiro, então fez uma careta e acenou com a mão na frente do rosto, seguindo o som de pratos batendo enquanto marchava pelo corredor de camisola e chinelos.
quinta-feira, 6 de novembro de 2025
I Was Caught up in a Hero Summoning, but That World Is at Peace — Capítulo 173
Capítulo 173: Intermissão: Kuro ① ~ O poder dividido do Todo-Poderoso
Com o passar da noite e o silêncio reinando do lado de fora da janela, Kuro falou em um tom calmo.
“Errr, então, por onde começamos?”
“A-Antes disso, posso te fazer uma pergunta?”
domingo, 2 de novembro de 2025
The Dragonbone Chair — Volume 02 — Capítulo 21
Capítulo 21: Confortos Frios
O Duque Isgrimnur de Elvritshalla havia pressionado um pouco demais a lâmina. A faca saltou da madeira e cortou seu polegar, liberando um filete repentino de sangue logo abaixo da articulação. Resmungando um palavrão, deixou o pedaço de cerne cair no chão e enfiou o polegar na boca.
“Frekke está certo...” pensou. “Maldito seja. Nunca terei o jeito para isso. Nem sei por que tento.”
Sabia, porém, convencera o velho Frekke a lhe mostrar os rudimentos da escultura durante seu virtual aprisionamento em Hayholt. Qualquer coisa, raciocinara, era preferível a andar de um lado para o outro pelos salões e ameias do castelo como um urso acorrentado. O velho soldado, que também servira Isbeorn, pai do Duque, mostrara pacientemente a Isgrimnur como escolher a madeira, como espiar o espírito natural que se escondia ali dentro e como libertá-lo, lasca por lasca, de sua prisão. Observando Frekke trabalhando, com os olhos quase fechados, o lábio marcado pela cicatriz curvado num sorriso inconsciente, os demônios, peixes e feras vivas que emergiam de debaixo de sua faca pareciam as soluções inevitáveis para as questões que o mundo apresentava, questões de aleatoriedade e confusão na forma de um galho de árvore, na posição de uma rocha, nos caprichos das nuvens de chuva.
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